Sempre viveremos em competição. Isto é constante. Com a evolução de tudo que nos rodeia, apenas o ambiente e as regras mudam, mas a competição estará lá.
Perguntaram-me um dia desses… Por que você investe seu tempo com pessoas que não querem se integrar, não querem alinhar-se às suas equipes? Isto não faz parte da sua função aqui na empresa… Tanto faz você auxiliar um ou outro, sempre virá um próximo. É sempre possível substituir uma pessoa por outra. Continue reading →
Pensei que fosse capaz de fazer tudo, é claro, tudo dentro de certas regras.
A medida que fui amadurecendo notei que tinha aptidão para muitas coisas. Eu era bom fazendo estas coisas e talvez ainda seja. Todavia as coisas tornaram-se mais difíceis. Foi então que descobri porque as chamavam de desafio. Não sei ao certo se é por causa da complexidade de nossos novos sonhos… Sonhos que gente madura tem… Mas percebi que as coisas já não eram tão fáceis de serem feitas. Continue reading →
Introdução
“(…) jamais cumprirá seu destino, nem você, nem nenhum de nós, a menos que você se livre da ilusão de ter o controle.”
Assim define o personagem Oogway da animação infantil “Kung Fu Panda” (DREAMWORKS, 2008): ter o controle é uma ilusão.
A revelação simples reflete uma verdade que muitas vezes não é compreendida por grande parte dos gestores. Em sua definição, controle é o ato, efeito ou poder de controlar, ter o domínio(1). No entanto não podemos decidir sobre incertezas. Não podemos decidir quando uma ação da bolsa de valores vai subir. Não podemos decidir quando um projeto será bem sucedido. Não podemos nem mesmo decidir quando o leite vai ferver. Portanto, controle, no contexto de investimento e na definição correta da palavra, é uma falácia.
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Cansei de ouvir: mas no “mundo real” isso não funciona. Muitas vezes frase como esta vem disfarçada como: na teoria é muito bonito, mas na prática… Continue reading →
Introdução
Existem muitos artigos e trabalhos dizendo que a competitividade gerada pela globalização pressiona organizações e pessoas na busca por melhoria contínua de seus processos de produtividade e qualidade. Porém apesar de sua contribuição, a globalização deixou de ser o principal vilão do fracasso de algumas empresas e a competitividade está dando lugar para outro objetivo: a sobrevivência. Continue reading →
Você diria que o homem do vídeo abaixo não gosta de seu trabalho? Continue reading →
No mercado profissional existem muitas instituições que credenciam os profissionais através de certificados. Com a evolução do mundo (tecnologias, ciências, relações humanas, etc.), o conhecimento exigido para se obter o certificado pode tornar-se obsoleto rapidamente. Para manter o certificado válido, muitas instituições criam mecanismos diversos. Alguns exigem que o profissional faça uma prova de atualização, normalmente os certificados mais voltados a tecnologia. Outros simplesmente expiram, obrigando o profissional a fazer uma nova prova. Para mim, o mecanismo mais interessante é fornecido pelo PMI: renova o certificado através da comprovação na atuação em atividades de desenvolvimento profissional (relacionado ao objetivo do certificado). Continue reading →
O que esperar de um trabalho feito com entusiasmo, com atenção e com o significado que supera qualquer recompensa? Será que estamos nos oferecendo com este tipo de dedicação em nosso dia a dia ou devemos repensar em nossa carreira e na maneira que fazemos as coisas?
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Anderson Ribeiro de Barros (autor e editor)
Fernanda Paschoal Gonçalves (autora)
Introdução
Não basta atender a uma necessidade do mercado, muitas empresas precisam competir por ele. Empresas buscam manter-se na liderança dificultando a entrada de novos concorrentes ou as investidas dos concorrentes existentes. Os concorrentes buscam a neutralização do mercado, isto é, diminuir a vantagem competitiva daqueles que são líderes. Todos buscam essa vantagem competitiva e para obtê-la, de alguma maneira, as empresas inovam. Seja criando novos produtos ou procurando novas aplicações para produtos existentes, seja inovando na aproximação e intimidade com o consumidor, seja inovando seus processos e assim alcançando a excelência operacional (MOORE, 2008). Continue reading →
Às vezes é difícil compreender a mente do empreendedor… Continue reading →